Estudo aponta cenário positivo para a indústria de embalagens flexíveis em 2018
Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria empresarial Maxiquim aponta que o mercado de embalagens flexíveis deve encerrar o ano com alta de consumo. Segundo o documento, quase todas as indústrias do setor preveem um crescimento positivo proporcional à economia global. O estudo foi realizado por meio de um pedido especial da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF).
Em 2017, o desempenho dos principais mercados de recipientes plásticos flexíveis foi positivo. Os setores de alimentação, bebidas e indústrias tiveram aumento de consumo deste tipo de embalagem de 0,8%, 0,8% e 2,5%, respectivamente. De acordo com a Maxiquim, a previsão em números para 2018 deve ser maior que o valor de 1.908 toneladas de 2017.
Outro ponto divulgado pela pesquisa é que o setor de flexíveis continua mantendo um desempenho superior ao dos plásticos em geral. Enquanto a produção do setor cresceu 4%, a dos plásticos transformados registrou alta de 2,5% em 2017.
Balança comercial
A balança comercial do setor de flexíveis também se manteve positiva. Em 2017, foram exportadas 96 mil toneladas contra 59 mil toneladas importadas. O resultado também é animador em comparação ao número de transformados plásticos: 624 mil toneladas foram exportadas e 256 mil exportadas.
Matérias-primas
A indústria petroquímica brasileira vive um novo cenário competitivo, no qual os principais componentes são o preço do petróleo, o câmbio e os preços internacionais. Assim, é possível prever que a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis terá um mercado crescente e um ambiente mais favorável a investimentos após três anos de estagnação.
Fonte: Tecnologia de Materiais


